27 set, 2018 / por Bento Augusto

Um dos pais da PNL, Richard Bandler, costuma dizer que a maior parte das pessoas não usa seu cérebro de maneira ativa e refletida. O que ele explica e nós, estudiosos da PNL entendemos, é que o cérebro é uma máquina que não pode ser desligada.

Por exemplo: se você viveu, ao longo do dia, situações não muito agradáveis, é possível que sua noite seja mais agitada, que seu cérebro reproduza aquelas situações, falas, imagens até mesmo no decorrer da semana. 

A notícia não tão legal é que seu cérebro registra, aprende e reproduz coisas úteis e inúteis. A notícia boa é que todos nós somos capazes de aprender de maneira incrível e rápida e, mais que isso, de escolher nossos pensamentos. Bandler é eficaz ao descrever esse processo: “Se seu cérebro não tiver o que fazer, ele vai começar a fazer alguma coisa, sem se importar o que seja. Você talvez se importe, mas ele não”.

Isso vai muito ao encontro do que trabalhamos em nossos treinamentos: essa capacidade que temos de escolher aquilo que pensamos. Para você entender: seu cérebro pode escolher remoer fatos desagradáveis durante uma hora livre do seu dia, mas VOCÊ pode fazer outras escolhas e treinar a mente para mudar sua experiência e controlar o que acontece com essa máquina. A pergunta é: quem comanda quem? Ou, para Bandler, quem está ao volante?

Se não indicarmos o caminho que queremos que nosso cérebro faça, ele simplesmente fará aquele que considerar melhor naquele momento. Ou então, poderá seguir o caminho que outra pessoa, com outras crenças e valores, indicar. A PNL trata do aprendizado desse controle. E de como você pode aprender a usar seu cérebro da maneira mais funcional possível.  

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